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Presidente da Associação Brasileira de Imprensa morre no Rio

Presidente da Associação Brasileira de Imprensa morre no Rio

Jornalista, advogado, vereador, conselheiro do tribunal de contas do município, dirigente sindical, presidente da associação brasileira de imprensa desde dois mil e quatro.

Publicado em 26 de outubro de 2013 – 07:13

Oscar Maurício de Lima Azêdo

Oscar Maurício de Lima Azêdo, conhecido como Maurício Azedo, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), morreu na noite desta sexta-feira (25) no Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul do Rio em decorrência de uma parada cardíaca. O velório será neste sábado (26), a partir das 9h, no Memorial do Carmo, na Zona Portuária. O enterro será às 16h, no mesmo local.

O jornalista, que tinha 79 anos, já foi presidente da Câmara dos Vereadores do Rio e conselheiro do Tribunal de Contas do Município (TCM).

Em nota, o governador Sérgio Cabral lamentou a morte. “Maurício Azedo foi um grande brasileiro. Jornalista militante que sempre se dedicou às causas da democracia e das liberdades. Homem público exemplar sempre dedicado às causas do Rio de Janeiro e do Brasil. Liderou a ABI nos últimos anos com o entusiasmo e o espírito de Barbosa Lima Sobrinho”.

Como dirigente sindical, foi preso na ditadura militar por suas ligações com o Partido Comunista Brasileiro (PCB). O paciente estava internado desde o dia 9 de outubro e apresentava um quadro de insuficiência cardíaca grave.

Jornalista, advogado, vereador, conselheiro do tribunal de contas do município, dirigente sindical,  presidente da associação brasileira de imprensa desde dois mil e quatro.

Jornalismo era grande paixão
No jornalismo, a grande paixão,  o carioca Maurício Azedo passou por quase todas as funções nas redações de alguns dos jornais e revistas mais importantes do país.

Ele trabalhou também em programas de televisão e de rádio.

Defensor da liberdade de expressão, foi  colaborador  de jornais alternativos de resistência durante a ditadura militar.

A segurança dos jornalistas foi uma das principais causas da sua gestão na Associação Brasileira de Imprensa, principalmente depois da morte de Tim Lopes.

Por:G1

Edição www folhadovale.net

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