Download http://bigtheme.net/joomla Free Templates Joomla! 3
Home » Destaque » População se mobiliza e ajuda pagar fiança de R$3 mil fixada pela Justiça para morador que atirou na cabeça de ladrão em Novo Progresso

População se mobiliza e ajuda pagar fiança de R$3 mil fixada pela Justiça para morador que atirou na cabeça de ladrão em Novo Progresso

População se mobiliza e ajuda pagar fiança de R$3 mil fixada pela Justiça para morador que atirou na cabeça de ladrão em Novo Progresso

A população do município de Novo Progresso, se mobilizou nas redes sociais, realizando uma espécie de “vaquinha”, para ajudar a pagar fiança de 3 mil reais, fixada pela Justiça, para que o morador Evandro Shoeniger, que atirou na cabeça de ladrão na última sexta-feira (04), possa respondar em liberdade.
Evandro e o irmão, Adriano.
A mobilização no Whatsapp e Facebook, para ajudar na arrecadação do montante estipulado, gerou um valor total de 1600 reais, que foi repassado ao irmão de Evandro, Anderson. Segundo a família, a outra quantia foi pago pelo pai do morador, em forma de empréstimo.
Foto: Reprodução
Em audiência de Custódia, a juíza Liana da Silva Hurtado Toigo, respondendo pela Vara Cível de Novo Progresso mandou soltar Evandro, que estava preso na Delegacia de Novo Progresso, mediante o pagamento da  fiança estipulada. Quitado o montante, Evandro foi liberado sábado (05) e responderá em liberdade.
O Caso
O caso aconteceu na madrugada da última sexta-feira (04), por volta das 2h20, no bairro Jardim Planalto, em Novo Progresso. Rodrigo Luis Barros, de 43 anos e um menor, de 11 anos, invadiram a residência de Evandro para realizarem assalto.
O proprietário, ao avistar do quarto em que estava, a ação dos assaltantes, reagiu à invasão, pegou uma arma e disparou contra um dos bandidos. O tiro acertou a cabeça de Rodrigo que não resistiu e morreu na manhã de sábado (05), após 24 horas internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do Hospital Municipal.
Rodrigo Luis Barros, 43 anos.
Evandro foi detido em flagrante e levado à delegacia de Polícia Civil. Ele disse a Polícia que atirou para assustar os invasores, pois temia acontecer alguma coisa atípica, e que não atirou para matar. Após o disparo ele imaginou não ter acertado, pois houve silêncio absoluto no local.
O menor está custodiado no Conselho Tutelar do município, onde aguarda decisão da justiça.

Fonte: Folha do Progresso

Check Also

Em nota, Celso de Mello diz que não pediu apreensão de celular de Bolsonaro

Em nota, Celso de Mello diz que não pediu apreensão de celular de Bolsonaro Ministro …