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O governo do Estado intensificou as ações nas comunidades do município de Barcarena, no nordeste paraense, afetadas pela contaminação constatada pelo Instituto Evandro Chagas (IEC), no entorno da área de atuação da empresa Hydro. A força-tarefa de órgãos estaduais em parceria com a prefeitura municipal seguiu neste domingo (25), com a continuação do cadastramento de famílias, levantamento de possíveis problemas de saúde decorrentes da situação e distribuição de água potável, medidas emergenciais determinadas pelo Grupo de Trabalho do Governo do Estado. Ao todo, 30 profissionais da saúde, entre agentes de endemias e de saúde, além de 16 assistentes sociais, agentes da Defesa Civil, entre outros profissionais do Estado e Município atuam nos últimos dias nas comunidades de Bom Futuro, Vila Nova e Bujaruba. As equipes estão em campo para mapear e identificar as necessidades das famílias que residem nesses locais e que tipo de impacto que elas podem ter sofrido. FOTO: IGOR BRANDÃO / AG PARÁ DATA: 25.02.2018 BARCARENA - PARÁ

Pará vai continuar com chuvas acima da média no mês de março

chuvas acima da média no mês de março

02/03/2018 18:58h

A Rede de Previsão Climática e Hidrometeorológica do Pará (RPCH), coordenada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), já elaborou o boletim com o prognóstico de chuvas para o mês de março no Pará.

Nas análises de campos atmosféricos e avaliação da situação atual das variáveis meteorológicas, os integrantes da Rede, Semas e do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) concluíram que o padrão para março indica situação favorável à ocorrência de chuvas acima do normal em grande parte do Pará, em especial na Região Metropolitana de Belém, leste do Arquipélago do Marajó e parte do sudoeste.

Os meteorologistas destacam que março ainda está entre os meses mais chuvosos, e neste ano, em especial, há uma configuração favorável ao fenômeno La Niña – resfriamento das águas superficiais da região equatorial do Oceano Pacífico.

Quando esse fenômeno ocorre, geralmente contribui para a elevação dos totais mensais de chuva no Pará, porque intensifica a atuação dos sistemas de precipitação pluviométrica na região, como a Zona de Convergência Intertropical (Zcit) e a Zona de Convergência da América do Sul (Zcas).

Oceanos – Segundo o diretor de Meteorologia e Hidrologia da Semas, Antonio Sousa, os oceanos são os principais responsáveis pelos padrões climáticos em uma determinada região, e variações bruscas nas temperaturas da superfície dos oceanos são decisivas na distribuição das chuvas nesse período do ano. “O mês de fevereiro foi um exemplo disso, em que grande parte do Estado apresentou totais mensais de chuva acima da média”, acrescentou.

Para março, a previsão é que os totais mensais devam superar os 500 milímetros na Região Metropolitana de Belém, porção leste do Marajó e parte da região nordeste. Nas regiões sudeste e sudoeste esses volumes devem oscilar entre 300 e 500 mm.

As temperaturas devem ficar dentro da média no aspecto geral, mas em alguns períodos haverá temperaturas máximas em até 2ºC abaixo do normal, em função de muita nebulosidade. O Pará deve continuar registrando enchentes em alguns municípios, como Marabá e Parauapebas, na região sudeste.

Por Nilson Cortinhas

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