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Investimento em tecnologia aumenta produção de grãos em Santarém

Investimento em tecnologia aumenta produção de grãos em Santarém

 

Diretor do Sindicato Rural diz que hoje a agricultura representa 33% do PIB do Município

Sérgio Schwade é a favor da criação da Área Portuária do Maicá 2

O empresário e membro do Sindicato Rural de Santarém (Sirsan), Sérgio Schwade, concedeu entrevista à nossa reportagem para falar sobre os números e a importância da agricultura em nossa região,o que ela representa na atualidade para o desenvolvimento econômico de Santarém e outros municípios.

“Hoje, a agricultura no município de Santarém e Região Metropolitana representa 33% do PIB Santareno. Nossa região já passou por várias eras; tivemos a era ouro, era da madeira, a era da borracha, entre outras. A agricultura é um ato diferente, porque não se trata de extrativismo, se trata de uma posição concreta, se trata da terra. Toda terra é tratada para se chegar a uma produção lucrativa, como é o caso da produção de grãos; assim na pecuária também, o capim, a carne sai e precisa devolver o nutriente. Então, dessa maneira, essa atividade do setor do agronegócio, seja qual for, grãos, floricultura, bovinocultura, suinocultura, produção de carnesetc, toda essa cadeia envolve um tratamento da terra e isso é feito para ficar. É como se fosse uma poupança,você aplica na poupança e só consegue sacar se você colocou o dinheiro na conta, caso contrário, você não consegue sacar”, informou.

PRODUÇÃO DE SOJA DEVE SER MAIOR EM 2019: Com relação à potencialidade da terra de nossa região em relação às safras, à agricultura, ao plantio, Sérgio Schwade informou: “Nosso solo aqui tem uns empecilhos,nós estamos em uma região de altitude e latitude baixa. Nós temos uma noite quente, e na parte fisiológica da planta nesse período noturno, ela tem uma dificuldade em fazer a fotossíntese. Mas, hoje temos tecnologia de variedades tanto para a soja, quanto para a fruticultura,como pimenta-do-reino, já desenvolvida pela Embrapa com pesquisas e que são adaptáveis na nossa região; então, o produtor precisa fazer o uso dessa ferramenta. No caso da soja, nós tivemos no ano passado uma média de 3.120 kg por hectare, esse ano a expectativa é superar esse número para 3.330 kg por hectare. Quando eu falo de tratar a terra, esse tratamento vale para todos os insumos, todos os produtos, mas como a soja é uma cultura oleaginosa, a mais rica proteína do mundo, ela requer um cuidado especial, e nesse cuidado especial na soja são produzidos muitos produtos biológicos,que inclusive há pouco tempo foram liberados para a agricultura, e que agente atua inserindo. Por exemplo, uma formação,nodulação perfeita, um resgate de carbono, resgate de nitrogênio da atmosfera e que a gente transforma em produção, em quilos de proteína”, disse o diretor do Sirsan.

Sérgio Schwade falou sobre a safra de 2019: “Nos anos anteriores era na segunda quinzena de dezembro o início da semeadura, e nesse ano de 2019 iniciou-se na primeira quinzena e os índices quilométricos foram um pouco acima da média dos últimos anos. Se introduziu a soja com antecedência, já está no período de 50% da colheita e também entrando o milho já na segunda safra com antecedência para dar uma segurança, até porque a janela é até o dia 20 de maio do plantio do milho. Para esse aumento da produção, são vários fatores, são várias ferramentas que se usam, começando pelo departamento pessoal, com treinamento para uma grande tecnologia chegando. Cada operador de máquina recebe seu treinamento, busca sua capacitação e melhora sua função; e aí vema tecnologia de sementes de variedade, de híbridos, produtos biológicos fazendo a melhora do solo, cobertura de solo, a própria adubação por palhada, por cobertura de solo, plantio direto. Isso tudo a Embrapa fazendo pesquisa, para se buscar o aumento da produção em determinado hectare”, informou.

“O Brasil hoje depende do agronegócio, pois é ele que alavanca a economia, paga as contas do País, coloca dinheiro no bolso dos brasileiros e alimento nas mesas”

O empresário e membro do Sindicato Rural de Santarém (Sirsan), Sérgio Schwade, concedeu entrevista à nossa reportagem para falar sobre os números e a importância da agricultura em nossa região,o que ela representa na atualidade para o desenvolvimento econômico de Santarém e outros municípios.

“Hoje, a agricultura no município de Santarém e Região Metropolitana representa 33% do PIB Santareno. Nossa região já passou por várias eras; tivemos a era ouro, era da madeira, a era da borracha, entre outras. A agricultura é um ato diferente, porque não se trata de extrativismo, se trata de uma posição concreta, se trata da terra. Toda terra é tratada para se chegar a uma produção lucrativa, como é o caso da produção de grãos; assim na pecuária também, o capim, a carne sai e precisa devolver o nutriente. Então, dessa maneira, essa atividade do setor do agronegócio, seja qual for, grãos, floricultura, bovinocultura, suinocultura, produção de carnesetc, toda essa cadeia envolve um tratamento da terra e isso é feito para ficar. É como se fosse uma poupança,você aplica na poupança e só consegue sacar se você colocou o dinheiro na conta, caso contrário, você não consegue sacar”, informou.

CRIAÇÃO DA ÁREA PORTUÁRIA DO MAICÁ 2:Com relação à potencialidade da terra de nossa região em relação às safras, à agricultura, ao plantio, Sérgio Schwade informou: “Nosso solo aqui tem uns empecilhos, nós estamos em uma região de altitude e latitude baixa. Nós temos uma noite quente, e na parte fisiológica da planta nesse período noturno, ela tem uma dificuldade em fazer a fotossíntese. Mas, hoje temos tecnologia de variedades tanto para a soja, quanto para a fruticultura,como pimenta-do-reino, já desenvolvida pela Embrapa com pesquisas e que são adaptáveis na nossa região; então, o produtor precisa fazer o uso dessa ferramenta. No caso da soja, nós tivemos no ano passado uma média de 3.120 kg por hectare, esse ano a expectativa é superar esse número para 3.330 kg por hectare. Quando eu falo de tratar a terra, esse tratamento vale para todos os insumos, todos os produtos, mas como a soja é uma cultura oleaginosa, a mais rica proteína do mundo, ela requer um cuidado especial, e nesse cuidado especial na soja são produzidos muitos produtos biológicos,que inclusive há pouco tempo foram liberados para a agricultura, e que agente atua inserindo. Por exemplo, uma formação,nodulação perfeita, um resgate de carbono, resgate de nitrogênio da atmosfera e que a gente transforma em produção, em quilos de proteína”, disse o diretor do Sirsan.

Sérgio Schwade falou sobre a safra de 2019: “Nos anos anteriores era na segunda quinzena de dezembro o início da semeadura, e nesse ano de 2019 iniciou-se na primeira quinzena e os índices quilométricos foram um pouco acima da média dos últimos anos. Se introduziu a soja com antecedência, já está no período de 50% da colheita e também entrando o milho já na segunda safra com antecedência para dar uma segurança, até porque a janela é até o dia 20 de maio do plantio do milho. Para esse aumento da produção, são vários fatores, são várias ferramentas que se usam, começando pelo departamento pessoal, com treinamento para uma grande tecnologia chegando. Cada operador de máquina recebe seu treinamento, busca sua capacitação e melhora sua função; e aí vema tecnologia de sementes de variedade, de híbridos, produtos biológicos fazendo a melhora do solo, cobertura de solo, a própria adubação por palhada, por cobertura de solo, plantio direto. Isso tudo a Embrapa fazendo pesquisa, para se buscar o aumento da produção em determinado hectare”, informou.

Por: Jefferson Miranda

Fonte: RG 15/O Impacto

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