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Ex-policial assassino confesso de enfermeira em Sinop foi afastado da PM por surto psicótico,

Ex-policial assassino confesso de enfermeira em Sinop foi afastado da PM por surto psicótico, diz fonte

Por Joel Teixeira

Segundo fontes ligadas à Segurança Pública, o ex-policial Marcos Vinícius Pereira Ricardi, 26 anos, assassino confesso da enfermeira Zuilda Correia Rodrigues, foi afastado da PM por surtos psicóticos e comportamentos incompatíveis com a função que exercia. Ele teria feito parte da corporação por pouco tempo.

Após ser afastado, Marcos conseguiu emprego numa empresa que faz espetinhos de carnes. O empreendimento é do empresário Ronaldo Rosa marido da vítima, a enfermeira Zuida Correia Rodrigues, 43 anos. Zuilda desapareceu dia 27/09. Segundo o marido dela, a mulher ficou em casa, por volta das 19h ele foi para o local de venda dos espetinhos no centro de Sinop, ela disse que iria ajuda-lo logo depois. Por volta das 20h, “preocupado” porque Zuilda não apareceu, ele foi até à residência em que viviam, não a encontrou, mas imaginou que ela estava numa igreja. Ao retornar para casa no final do expediente noturno, Ronaldo encontrou uma caminhonete SW4 do casal, fora da garagem e com marcas de sangue e cabelo, o marido não avisou à policia e só compareceu para registar o fato no outro dia (28/09).

O corpo de Zuilda foi encontrado na manhã de hoje(8/10), dez dias após o desparecimento dela. Estava em um buraco numa região de mata, próxima à cidade. O marido Ronaldo está foragido desde que soube que o corpo da mulher foi localizado. O ex-policial Marcos Vinícius Pereira Ricardi foi preso e confessou ter assassinado a enfermeira a mando de Ronaldo.

A Polícia Militar ainda não pronunciou a respeito do caso nem sobre o ex-policial da corporação em Sinop.

A imprensa aguarda uma coletiva das autoridades responsáveis pelo caso.

ATUALIZADA

Em entrevista coletiva à imprensa na tarde dessa terça-feira(8), o delegado da  Divisão de Homicídios, Dr Carlos Eduardo falou sobre o trabalho realizado durante todo o dia sobre o crime. Ele não quis falar o nome do suspeito, assassino confesso, por ser um policial militar, disse que não falaria por respeito à PM, já o comandante coronel Wesney de Castro Sodré, do Terceiro Comando da Polícia Militar disse que por ter sido recém-empossado  em Sinop não tinha muito conhecimento sobre o suspeito preso. Perguntado sobre o nome do assassino confesso, Wesley limitou-se a falar apenas o último sobrenome dele, “Ricadi”. O comandante disse ainda que o PM Marcos Vinícius Pereira Ricardi não foi afastado por surtos psicóticos, mas por outras ações contra a conduta de um policial. No entanto o comandante não  disse quais seriam as condutas que levaram ao afastamento de Marcos.

Segundo Wesley o suspeito do crime cruel de feminicídio, ficará preso no quartel da Polícia Militar porque, mesmo respondendo por um ato demissional ele ainda pertence à instituição e deverá seguir para uma cela reservada para criminosos que são militares. “Ele não terá nenhuma regalia, ficará em uma cela comum, com horário de visitas,” disse o comandante.

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