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Desmatamento na Amazônia cresce 254 % em Julho de 2019, segundo o INPE

Desmatamento na Amazônia cresce 254 % em Julho de 2019, segundo o INPE

O instituto, através do Deter, atualizou dados sobre desmatamento na Amazônia que ameaça o equilíbrio ecológico do planeta.

Desmatamento é o processo de desaparecimento completo e permanente de florestas, atualmente causado em sua maior parte por atividades humanas, por isso é considerada uma ameaça para os recursos naturais e equilíbrio ecológico do planeta.

Segundo O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), por meio do Deter,”chegamos a estratosféricos 2.115,5 mil quilômetros quadrados, perdidos da Floresta Amazônica até 29 de julho”.

Para o INPE, isso é 254% maior do que o desmatamento detectado em julho de 2018. Além disso, segundo o INPE, existem outros 1.811 mil quilômetros quadrados degradados,

Como o INPE monitora o desmatamento na Amazônia?

O INPE utiliza três tipos de sistemas: o Programa de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes); o de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter); e o TerraClass que mapeia o uso da terra após o desmatamento, em parceria com a Embrapa.

É realizada a observação de áreas da Amazônia Legal, que abrangem o Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia,

Deter

O Deter, de acordo com o INPE, é um levantamento rápido de alertas de evidências de alteração da cobertura florestal na Amazônia, feito pelo INPE. O Deter foi desenvolvido como um sistema de alerta para dar suporte à fiscalização e controle de desmatamento e da degradação florestal realizadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e demais órgãos ligados a esta temática.

Prodes

No Prodes, o levantamento é feito sistematicamente desde 1988. Ele levanta as taxas anuais de desmatamento. Os cálculos ocorrem durante os períodos de seca, quando há pouca formação de chuva na região, já que as nuvens atrapalham a visibilidade dos satélites.

TerraClass

A divulgação dos dados do TerraClass é feita a cada dois anos. O objetivo deste monitoramento é saber qual foi o uso da terra após o desmatamento. O levantamento é feito em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Fonte: Portal Santarém e G1

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