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Em 15 anos, Pará emite 222 decretos por situação de calamidade

Em 15 anos, Pará emite 222 decretos por situação de calamidade
O sudeste do Pará e a região do Baixo Amazonas são as áreas com mais transtornos decorrentes das tormentas climáticas incomuns.

Apenas no primeiro semestre de 2017, o Pará tomou R$208,9 milhões em prejuízo por eventos causadores de situação de calamidade. As informações são de um levantamento inédito feito pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e vêm à tona agora, em razão da situação de seca por que passam vários estados do Nordeste. Entre 2003 e 2018, segundo a CNM, foram emitidos 222 decretos reconhecidos pelo órgão máximo no assunto, que é a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, do Ministério da Integração Nacional.

De acordo com a Confederação, Paraíba (3.875), Rio Grande do Sul (3.547), Ceará (3.159) e Minas Gerais (3.120) são os estados com o maior número de desastres no período. As regiões Nordeste e Sul lideram o emissão de portarias de reconhecimento, enquanto Norte e Centro-Oeste apresentam quantidade bem menor de eventos que causam estados de calamidade em seus municípios.

No caso do Pará, as chuvas decorrentes do rigoroso inverno amazônico lhe garantem o segundo lugar em decretos, na Região Norte, atrás apenas de Amazonas, com 431 comunicações. Os dados de 2018 — ano de volume de chuvas generalizado no Pará e que não se via há décadas — ainda não foram finalizados e devem ser conhecidos apenas em meados do ano que vem.

Em 2017, nos primeiros seis meses, período durante o qual a maior parte do tempo o estado passou sob chuvas, os prejuízos à economia totalizaram R$98,43 milhões. A agricultura (R$82,89 milhões) foi o setor mais afetado, seguido da pecuária (R$14,18 milhões). O sudeste do Pará e a região do Baixo Amazonas são as áreas com mais transtornos decorrentes das tormentas climáticas incomuns.
Fonte: Zedudu.

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